segunda-feira, 1 de março de 2010
Esta é uma das tribos que recebe as suas influencias directamente da musica...
Emo é um genero musical derivado do Hardcore Punk, indo mais tarde buscar influencias do pop punk.
Esta designação veio de uma subcorrente do harcore punk, por meados da decada de 80, o emocional hardcore...mais tarde abreviado para Emocore, sendo mais tarde abreviado para Emo, neste sub generoas musicas eram muito mais emotivas do que as suas "semi-homonimas", hardcore punknk, ou seja o genero manteve-se mas as letras "emocionaram-se".
O próximo passo na evolução do gênero veio em 1982 e durou até 1993 com as bandas Indian Summer, Moss Icon, Policy of Three, Still Life e Navio Forge. Apresentando uma dinâmica Calmo/berro que´pode ser ouvida em bandas como Seatia e Thursday ,uma vez que foram estas as pioneiras. No que diz respeito a voz, essas bandas intensificaram o estilo emocore. Muitas delas sempre fizeram uso de berros e gritos durante a apresentação, e motivo para muitos fãs de hardcore depreciarem os fãs de emo como lamechas
Assim como foi infundida uma nova intensidade para o emocore, o emotional hardcore levou essa intensidade a um nível extremo. A cena teve início entre 1991 e 1992 com as bandas Heroin, Portraits of Past e Antioch Arrow que tocavam um estilo caótico, com vocais abrasivos e passionais².
Após a supervalorização inicial da intensidade e da sonoridade caótica, o emotional hardcore sofreu um processo de "desacelaração". As bandas Sunny Day Real Estate e Mineral basearam seu estilo no Rites of Spring, outra banda do gênero emo.
Nota-se uma nova tendência emo em abandonar o punk distorcido em favor de calmos violões. Na cultura alternativa diz-se que alguém é ou está emo quando demonstra muita sensibilidade.
Emo é um genero musical derivado do Hardcore Punk, indo mais tarde buscar influencias do pop punk.
Esta designação veio de uma subcorrente do harcore punk, por meados da decada de 80, o emocional hardcore...mais tarde abreviado para Emocore, sendo mais tarde abreviado para Emo, neste sub generoas musicas eram muito mais emotivas do que as suas "semi-homonimas", hardcore punknk, ou seja o genero manteve-se mas as letras "emocionaram-se".
O próximo passo na evolução do gênero veio em 1982 e durou até 1993 com as bandas Indian Summer, Moss Icon, Policy of Three, Still Life e Navio Forge. Apresentando uma dinâmica Calmo/berro que´pode ser ouvida em bandas como Seatia e Thursday ,uma vez que foram estas as pioneiras. No que diz respeito a voz, essas bandas intensificaram o estilo emocore. Muitas delas sempre fizeram uso de berros e gritos durante a apresentação, e motivo para muitos fãs de hardcore depreciarem os fãs de emo como lamechas
Assim como foi infundida uma nova intensidade para o emocore, o emotional hardcore levou essa intensidade a um nível extremo. A cena teve início entre 1991 e 1992 com as bandas Heroin, Portraits of Past e Antioch Arrow que tocavam um estilo caótico, com vocais abrasivos e passionais².
Após a supervalorização inicial da intensidade e da sonoridade caótica, o emotional hardcore sofreu um processo de "desacelaração". As bandas Sunny Day Real Estate e Mineral basearam seu estilo no Rites of Spring, outra banda do gênero emo.
Nota-se uma nova tendência emo em abandonar o punk distorcido em favor de calmos violões. Na cultura alternativa diz-se que alguém é ou está emo quando demonstra muita sensibilidade.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
erik satie primeiro emo sera????
- Usa roupas de velhos e de crianças de cinco anos de idade, mistura camisas polos, com listras, coletes, suéter.
Erik Satie era famoso por possuir 12 idênticos ternos cinza de veludo e fazia coleção de guarda-chuvas e cachecóis.
- Usa óculos de estilo soldador.
Os óculos do compositor atendem plenamente a este quesito Emo.
- Todo Emo é branco, muito branco.
Erik Satie detestava sol, logo, nem precisa dizer o quanto ele era branco.
- Curte rock britânico, estilo The Libertines.
Erik só não curtiu rock porque não havia sido inventado. Bandas do tipo Fresno, Forfun, Nx Zero, etc., talvez lhe tivessem feito a cabeça.
- É depressivo.
Após anos de bebedeira, Erik Satie morreu de cirrose em 1 de julho de 1925
- Evita ter relações sexuais com pessoas do sexo oposto.
Seu único amor foi um vizinha pintora e modelo dos pintores Renoir e Degas, Suzanne Valadon. O romance iniciado em 14/01/1893 durou apenas seis meses. Satie a pediu em casamento logo no primeiro dia, mas ela terminou se casando com outro.
- Nunca é ele mesmo.
Erik Satie tocava todas as noites no Café du Chat Noir, em Montmartre usando o pseudônimo Gymnopédiste.
- Pinta o cabelo com cores estranhas.
Erik pintava os cabelos de cor Verde! Imagina isto em plena era Vitoriana?
- Emo gosta de coisinhas, bichinhos, botons e mais botons, enfeites e prendedores de cabelo.
Satie extravasou esta faceta da sua personalidade Emo na sua música. Toda ela é composta de pequenas peças com nomes estranhos do tipo: peças em forma de pêra, danças góticas, infantilidades pitorescas, a canção de guerra do rei dos feijões, valsa do chocolate, etc.
Erik Satie transformou visionariamente a sua música em coisa, numa premonição do advento do movimento Pop que industrializaria a obra de arte e a tornaria um produto. Ele introduziu na sua música sons de máquina de escrever, sirene e tiro de pistola, numa antevisão daquilo que no futuro se chamaria sampleamento.
Satie inventou a música incidental (de elevador), chamada por ele de musique d'ameublement. A música concebida para ser usada como mobília, para preencher o ambiente. Era uma música que deveria se integrar aos ruídos naturais e os levar em conta, sem se impor, que desse conta dos silêncios patéticos que ocasionalmente podem cair sobre os convivas e que neutralizasse os ruídos da rua. Todavia, tal música não funcionava quando as pessoas insistiam em ficar quietas concentradas na sua performance. Então, ele gritava nervoso: "Falem alguma coisa! Mexam-se! Não fiquem aí parados só escutando!".
Erik Satie era famoso por possuir 12 idênticos ternos cinza de veludo e fazia coleção de guarda-chuvas e cachecóis.
- Usa óculos de estilo soldador.
Os óculos do compositor atendem plenamente a este quesito Emo.
- Todo Emo é branco, muito branco.
Erik Satie detestava sol, logo, nem precisa dizer o quanto ele era branco.
- Curte rock britânico, estilo The Libertines.
Erik só não curtiu rock porque não havia sido inventado. Bandas do tipo Fresno, Forfun, Nx Zero, etc., talvez lhe tivessem feito a cabeça.
- É depressivo.
Após anos de bebedeira, Erik Satie morreu de cirrose em 1 de julho de 1925
- Evita ter relações sexuais com pessoas do sexo oposto.
Seu único amor foi um vizinha pintora e modelo dos pintores Renoir e Degas, Suzanne Valadon. O romance iniciado em 14/01/1893 durou apenas seis meses. Satie a pediu em casamento logo no primeiro dia, mas ela terminou se casando com outro.
- Nunca é ele mesmo.
Erik Satie tocava todas as noites no Café du Chat Noir, em Montmartre usando o pseudônimo Gymnopédiste.
- Pinta o cabelo com cores estranhas.
Erik pintava os cabelos de cor Verde! Imagina isto em plena era Vitoriana?
- Emo gosta de coisinhas, bichinhos, botons e mais botons, enfeites e prendedores de cabelo.
Satie extravasou esta faceta da sua personalidade Emo na sua música. Toda ela é composta de pequenas peças com nomes estranhos do tipo: peças em forma de pêra, danças góticas, infantilidades pitorescas, a canção de guerra do rei dos feijões, valsa do chocolate, etc.
Erik Satie transformou visionariamente a sua música em coisa, numa premonição do advento do movimento Pop que industrializaria a obra de arte e a tornaria um produto. Ele introduziu na sua música sons de máquina de escrever, sirene e tiro de pistola, numa antevisão daquilo que no futuro se chamaria sampleamento.
Satie inventou a música incidental (de elevador), chamada por ele de musique d'ameublement. A música concebida para ser usada como mobília, para preencher o ambiente. Era uma música que deveria se integrar aos ruídos naturais e os levar em conta, sem se impor, que desse conta dos silêncios patéticos que ocasionalmente podem cair sobre os convivas e que neutralizasse os ruídos da rua. Todavia, tal música não funcionava quando as pessoas insistiam em ficar quietas concentradas na sua performance. Então, ele gritava nervoso: "Falem alguma coisa! Mexam-se! Não fiquem aí parados só escutando!".
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