- Usa roupas de velhos e de crianças de cinco anos de idade, mistura camisas polos, com listras, coletes, suéter.
Erik Satie era famoso por possuir 12 idênticos ternos cinza de veludo e fazia coleção de guarda-chuvas e cachecóis.
- Usa óculos de estilo soldador.
Os óculos do compositor atendem plenamente a este quesito Emo.
- Todo Emo é branco, muito branco.
Erik Satie detestava sol, logo, nem precisa dizer o quanto ele era branco.
- Curte rock britânico, estilo The Libertines.
Erik só não curtiu rock porque não havia sido inventado. Bandas do tipo Fresno, Forfun, Nx Zero, etc., talvez lhe tivessem feito a cabeça.
- É depressivo.
Após anos de bebedeira, Erik Satie morreu de cirrose em 1 de julho de 1925
- Evita ter relações sexuais com pessoas do sexo oposto.
Seu único amor foi um vizinha pintora e modelo dos pintores Renoir e Degas, Suzanne Valadon. O romance iniciado em 14/01/1893 durou apenas seis meses. Satie a pediu em casamento logo no primeiro dia, mas ela terminou se casando com outro.
- Nunca é ele mesmo.
Erik Satie tocava todas as noites no Café du Chat Noir, em Montmartre usando o pseudônimo Gymnopédiste.
- Pinta o cabelo com cores estranhas.
Erik pintava os cabelos de cor Verde! Imagina isto em plena era Vitoriana?
- Emo gosta de coisinhas, bichinhos, botons e mais botons, enfeites e prendedores de cabelo.
Satie extravasou esta faceta da sua personalidade Emo na sua música. Toda ela é composta de pequenas peças com nomes estranhos do tipo: peças em forma de pêra, danças góticas, infantilidades pitorescas, a canção de guerra do rei dos feijões, valsa do chocolate, etc.
Erik Satie transformou visionariamente a sua música em coisa, numa premonição do advento do movimento Pop que industrializaria a obra de arte e a tornaria um produto. Ele introduziu na sua música sons de máquina de escrever, sirene e tiro de pistola, numa antevisão daquilo que no futuro se chamaria sampleamento.
Satie inventou a música incidental (de elevador), chamada por ele de musique d'ameublement. A música concebida para ser usada como mobília, para preencher o ambiente. Era uma música que deveria se integrar aos ruídos naturais e os levar em conta, sem se impor, que desse conta dos silêncios patéticos que ocasionalmente podem cair sobre os convivas e que neutralizasse os ruídos da rua. Todavia, tal música não funcionava quando as pessoas insistiam em ficar quietas concentradas na sua performance. Então, ele gritava nervoso: "Falem alguma coisa! Mexam-se! Não fiquem aí parados só escutando!".
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
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